Você venceu. Venceu. Venceu, Venceu. Estou aqui, submissa aos teus desejos. Faça o que quiser de mim, mas, principalmente, me faça feliz. Pelo ou menos por hoje. Só não me faça promessas. Tenho medo, de acreditar em todas elas. Não pede meu telefone. Não diz que vai me ligar. Não quero ficar com o celular na mão esperando por um sinal de vida e, me sentindo tola por fazer isso. Não me ama. Não diz que me ama. Eu não quero acreditar. Não quero gostar de você. Não posso. Não posso. Não posso. Porque eu sei que se gostar de você, você vai embora. Como todos os outros. Você fala bonito. Tenho certeza de que me convenceria de qualquer coisa num estalar de dedos. Não me enche de expectativa, não transforma meus sonhos em pó. Minha alergia não ia suportar e eu ia espirrar feito louca. Me passa segurança. Me passa insegurança. Me abraça, cuida de mim. Preenche esse espaço dentro do meu peito de forma com que eu não precise pensar em mais nada. De forma com que eu não precise me preocupar com mais nada. Cansei, por um momento de ser inconstante. Quem sabe daqui a 5 ou 10 minutos eu queira estar mais uma vez submersa nesse mar de falsas palavras, mas aí, se você se dispuser a salvar uma jovem dama de afogar-se em ilusões criadas pela própria cabeça, me resgata. Me pega no colo e me leva pra onde quiser. Prometo não contestar. Fingir que perdi a consciência. Mas só se você prometer, que não vai me prometer nada.
Ps.: Roubei o título do texto no blog de um amigo meu. Mas rafa, foi só o título, eu juro.
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