Pular no teu ombro. Subir nas tuas costas. Te machucar de algum jeitinho o tempo todo. Fitar deu sorriso, teu cabelo, cada piscadela do teu olho. Te ver sentado no sofá, ver o espaço vazio do lado e mesmo assim preferir o teu colo. Passar a mão por entre os teus fios de cabelo. Preencher os espaço que existe por entre os meus dedos com os teus dedos. Te fazer cócegas. Te fazer rir, sorrir. Suspirar ao ouvir tua voz. Suspirar ao sentir o toque do beijo teu. Fechar os olhos e sorrir ao lembrar de cada uma dessas coisas.
Queria que você estivesse presente em cada segundinho da minha vida. Que me acordasse com um beijo teu, mesmo que o mal cheiro e o gostinho de manhã dominassem a minha boca. A tua boca. Essa coisa que me faz emergir nas sensações mais sem-nome desse planeta. Teu nome não sai dos meus lábios. Você não tem ideia do tamanho do orgulho que eu sinto de te pegar na mão assim, no meio da rua e de gritar pro planeta, pro sistema solar que você é de mim. Que eu sou de você. Olha, meu bem, se eu pudesse, juro, te grudava assim, o dia inteirinho da minha pessoa. Na minha cintura. Na minha vida.
Gosto tanto de quando me deixas cuidar de ti assim, pequeno. De quando me dizes do nada que me ama. De quando para, me observa, me afaga. Gosto tanto quando cerra as pálpebras ao toque do beijo meu. De quando te digo dos mil defeitos que possuo e me dizes que ama a cada um de maneira particular. De quando se utiliza dos teus singulares olhos verdes pra me ter nos braços, pra dizer qualquer coisa que não seria tão bem dita se decidires, então, falar. De quando prefere calar e me amar. E me amar. E me amar, meu amor.
Você escreve perfeitamente bem! Parabéns pequena.
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