Tentei então imaginar se talvez pudesse lembrar do timbre da sua voz. Fina não deve ser. Ele não tem cara de voz fina. Espera, ele virou. Ih, tem gogó. A voz deve ser das graves. Será que tem sotaque? Preciso parar de encarar, daqui a pouco tá ele lá, pensando que eu sou uma psicopata. Louca. Maluca.
E eu vou fazer o que? Virei sim, uma psicopata, louca e maluca - por ele -.
Decidida a parar de encarar o pobre - lindo, maravilhoso e meu - rapaz tentei concentrar - me na conversa mais que muito convencional entre meu pais e o chefe dele. Esta é a menina de vocês? É sim. Qual a sua graça? Maria. É um lindo nome, Maria. Sabes que esses dias... Desde então não ouvi absolutamente nada do que falavam à minha volta. Ele levantou. Sim, aquele de que falei que conheci em outras vidas. Arrastou suavemente a cadeira para longe da mesa e levantou. Como ele andava bonito! Desculpa, pai, preciso ir ao banheiro. Licença.
Continua...
Continua...
ansiosa pelo resto !
ResponderExcluirespero não te decepcionar então! uaheauehauh =)
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